E ontem foi-se embora meu Twitter. E uns 2 meses antes dele, Orkut e Facebook.
O motivo não é nada complexo. Eu já vinha questionando a necessidade dessas ferramentas há algum tempo.
Uma voz, assim, de mim pra mim, começava a dizer: Não tem mais o que fazer não?
Essa porra começa como um passatempo pros momentos de ócio e em alguns minutos vira a atividade principal que te faz estar ali achatando a bunda em frente ao computador.
Daí engrenei um papo com a Carolzinha, que é totalmente alheia a redes sociais. Fez cadastros de tanto receber convites, mas os perfis ficam abandonados e só são acessados se alguém avisa que tem recado lá. Então indaguei o que ela fazia na internet, já que não usava os maiores vícios internéticos atuais, ao que ela me respondeu:
- Ah, prefiro ver coisas na internet, e não pessoas.
PÁ!
Tapão na cara. Na minha cara. Sem querer óbvio, que Carroláine é um docinho.
Era o que faltava pra eu apertar o delete sem medo de ser feliz. Meu grito de salvação ante a mediocridade.
E agora tenho que reaprender como era a vida antes dessa cyber invasão…
E até que tô gostando!

